terça-feira, 18 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Colares Infantis
Colar HLB#CI2Colar com corrente prateada, contas forradas em crochet, contas acrílicas e bonequinha.
»5.00 happys«


Colar HLB#CI3
Colar com corrente prateada, contas de fimo, acrílicas e bonequinha.
»5.00 happys«
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Pedra do Mês
Obsidiana
A obsidiana pode ser encontrada na variedade castanha, cinzenta ou preta, com ristas ou pequenos flocos brancos – a chamada obsidiana floco de neve.Esta é provavelmente a pedra que constitui o maior desafio no trabalho com cristais. Na realidade é vidro vulcânico e tem sido usada por muitas culturas nativas para fazer facas. E como uma faca, a obsidiana corta até ao âmago da questão, muitas vezes, parece, sem usar sequer anestesia.
Se sente que o seu crescimento está estagnado e que precisa de um empurrão para andar para a frente, esta é a pedra indicada. Ajudá-lo-á a ver as camadas do seu ego e identidade que estão a bloquear esse crescimento, e apesar de alguma informação poder ser dolorosa, ajuda muito nesses momentos perceber que enganar-se a si mesmo também traz muita dor.
Aqueles que preferem experiências intensas usarão apenas a energia da obsidiana sem misturar outras.
Aqueles que preferem experiências intensas usarão apenas a energia da obsidiana sem misturar outras.

A Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando a lava esfria ràpidamente, por exemplo, fluindo sobre água. Consiste em 70% ou mais de sílica (SiO2 - dióxido de silício). A obsidiana não um mineral verdadeiro porque não é cristalino e, para além disso, é muito similar na composição ao granito e riolito. É classificada às vezes como um mineralóide.
As cores da obsidiana variam, dependendo da presença das impurezas. Ferro e magnésio tipicamente dão à obsidiana uma cor verde escura a preta. A inclusão de pequenos cristais brancos, aglomerados radiais de cristobalite produzem um padrão manchado ou de "floco de neve". Pode conter bolhas de ar, restantes do fluxo da lava, alinhados ao longo de camadas criadas como a rocha derretida estava fluindo antes de ser refrigerada. Estas bolhas podem produzir efeitos interessantes tais como um reflexo dourado ou do arco-íris. As pepitas pequenas de obsidiana que naturalmente foram arredondadas e alisadas pelo vento e pela água são chamadas de "lágrimas de apache". A obsidiana é relativamente macia, com uma típica dureza de 5 a 5,5. Sua densidade é aproximadamente 2,6.
Obsidiana é usada geralmente para finalidades ornamentais, porque possui a propriedade peculiar de apresentar uma aparência diferente de acordo com a maneira como é cortada. Quando o corte for num sentido a superfície apresenta um preto bonito; quando cortado através de outro sentido aparece cinza.
A obsidiana foi usada em determinadas culturas da idade da pedra porque pode ser fraturada para produzir lâminas afiadas ou cabeças de seta. Como todo o vidro e alguns outros tipos de rochas naturais, a obsidiana fractura-se de forma conchoidal. Pode também ser lustrada para criar espelhos.
Na era pré-colombiana o uso da obsidiana na Mesoamérica era sofisticado para produzir esculturas e ferramentas. As lâminas de obsidiana podem ter uma borda de corte tão fina como os bisturis de aço cirúrgico de qualidade muito elevada. Os mesoamericanos fizeram também um tipo de espada com lâminas de obsidiana montados em um corpo de madeira. Entretanto , ainda hoje são usadas (segundo documentário no Discovery Chanell), em cirugias oftálmicas devido às suas propriedades de corte extremamente finas.
As cores da obsidiana variam, dependendo da presença das impurezas. Ferro e magnésio tipicamente dão à obsidiana uma cor verde escura a preta. A inclusão de pequenos cristais brancos, aglomerados radiais de cristobalite produzem um padrão manchado ou de "floco de neve". Pode conter bolhas de ar, restantes do fluxo da lava, alinhados ao longo de camadas criadas como a rocha derretida estava fluindo antes de ser refrigerada. Estas bolhas podem produzir efeitos interessantes tais como um reflexo dourado ou do arco-íris. As pepitas pequenas de obsidiana que naturalmente foram arredondadas e alisadas pelo vento e pela água são chamadas de "lágrimas de apache". A obsidiana é relativamente macia, com uma típica dureza de 5 a 5,5. Sua densidade é aproximadamente 2,6.
Obsidiana é usada geralmente para finalidades ornamentais, porque possui a propriedade peculiar de apresentar uma aparência diferente de acordo com a maneira como é cortada. Quando o corte for num sentido a superfície apresenta um preto bonito; quando cortado através de outro sentido aparece cinza.A obsidiana foi usada em determinadas culturas da idade da pedra porque pode ser fraturada para produzir lâminas afiadas ou cabeças de seta. Como todo o vidro e alguns outros tipos de rochas naturais, a obsidiana fractura-se de forma conchoidal. Pode também ser lustrada para criar espelhos.
Na era pré-colombiana o uso da obsidiana na Mesoamérica era sofisticado para produzir esculturas e ferramentas. As lâminas de obsidiana podem ter uma borda de corte tão fina como os bisturis de aço cirúrgico de qualidade muito elevada. Os mesoamericanos fizeram também um tipo de espada com lâminas de obsidiana montados em um corpo de madeira. Entretanto , ainda hoje são usadas (segundo documentário no Discovery Chanell), em cirugias oftálmicas devido às suas propriedades de corte extremamente finas.segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Bijuteria Infantil
Pensamento do Mês
Os homens existem uns para os outros; logo, ou os ajudas a melhorar ou os suportas. Penetra na razão de cada um e deixa também que cada um penetre na tua razão. O melhor modo de nos vingarmos é não nos assemelharmos a quem nos faz mal. O que não é bom para o enxame não é bom para a abelha. Hoje saí de todas as dificuldades; ou melhor, expulsei todas as dificuldades, pois elas não estavam no exterior, mas no interior, nas minhas opiniões.

Apagar o que vem da imaginação; reprimir os impulsos; eliminar os apetites; ater-se por si mesmo à razão. Quem ama a fama faz a sua felicidade depender dos outros; quem ama o prazer faz a sua felicidade depender das suas próprias sensações; quem é inteligente faz a sua felicidade depender dos seus próprios actos.

Que as coisas futuras não te preocupem. Chegarás a elas, se tiver de ser assim, levando a mesma razão que agora usas para as coisas presentes. Não te juntes aos outros nas lamentações nem nas emoções violentas. Explora-te por dentro. É dentro que está a fonte do bem e ela pode jorrar sempre, se a explorares sempre.

Homem nenhum te impedirá de viver segundo a razão de tua natureza; nada te acontecerá contra a razão da natureza universal. Procuro a verdade, pela qual nenhum homem jamais foi ferido. Mantém-te simples, bom, puro, sério, livre de afectação, amigo da justiça, temente aos deuses, gentil, apaixonado, vigoroso em todas as tuas atitudes. Luta para viver como a filosofia gostaria que vivesses. Reverencia os deuses e ajuda os homens. A vida é curta.
(Marco Aurélio, Meditações)
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Belos Textos
Somos capazes
Hoje em dia a lei não permite que duas pessoas se casem sem hipótese de desfazerem o casamento. Não é possível, perante a lei, casar para sempre.
É capaz de ser complexo explicar como se chegou a este estado. Mas é bem mais fácil comprovar os efeitos que o divórcio tem tido na nossa sociedade. Nas nossas crianças, nos que cresceram desequilibrados, nas confusões mentais, na perda da segurança. Não é sem enorme prejuízo que se anula a família, a qual, por sua natureza, se fundamenta num laço inquebrável - a única coisa que permite a estabilidade indispensável à constituição de um lar e ao crescimento de novos seres. Um professor espera, mais cedo ou mais tarde, problemas num aluno cujos pais se divorciaram.
Vamos supor que a lei nos autorizava a fazer duas coisas quando estivéssemos para casar. Uma delas seria o contrato que agora existe e pode ser anulado com maior ou menos facilidade. A outra, um pacto inquebrável, que impedisse os que se casam de virem a casar mais tarde com outra pessoa qualquer, a não ser por morte do seu cônjuge.
Vamos, ainda, supor que dois jovens se amavam. Ele pedia-a em casamento e ela, naturalmente, perguntava qual das duas espécies de casamento lhe propunha ele.
Poderia ser uma situação embaraçosa, não acham?
Que responderia o meu leitor à sua bem-amada, se fosse o jovem da minha suposição? Seria capaz de lhe propor o casamento descartável? Isso não seria uma manifestação de que o seu amor não era bem... amor?
Que resposta esperaria a minha leitora, se fosse a jovem em questão? Não teria estado a sonhar com um amor para toda a vida?, com um vestido de noiva cheio de sentido?
Sucede que o amor do casamento é de tal forma que não admite meias-tintas: se existe é para sempre. Se aquilo que se entrega não é tudo, esse amor não tem a qualidade necessária para se tornar no fundamento de uma família. Não pode ser alicerce nem raiz. Não será fecundo. Dará frutos apodrecidos, como, infelizmente, temos verificado tantas vezes.
O amor não admite o cálculo. Não faz contas. O amor é louco.
"É uma loucura amar, a não ser que se ame com loucura", dizia o velho adágio latino. Mas hoje cometemos a loucura, e a tolice, de amar sem loucura... Fazemos as nossas contas e os nossos cálculos. Avançamos as peças do nosso xadrez, mas com o cuidado de prevermos uma escapatória, para o caso de ser preciso bater em retirada.
Medo de que o casamento não corra bem?... O amor e o medo não podem andar juntos. Quem tem medo não entende nada de amor. Amar é, precisamente, não ter medo. É acreditar que se possui uma força imensa. Quem ama sabe que é também possuído e protegido pelo amor. E que, por isso, caminha noutra altura; voa por cima dos gelos, dos salpicos das ondas, das pedras aguçadas. Vai por cima de um mundo muito pequeno, nas asas um fogo, em mãos de fadas. Possui outra dimensão. Parece-lhe que quem não ama é um morto-vivo...
Somos capazes de um amor assim. Somos capazes de jogar a vida inteira no consentimento matrimonial. Somos capazes de incluir todo o nosso ser numa palavra que dizemos. E de tornar de aço essa palavra pelo tempo fora, através de todos as dificuldades.
(Paulo Geraldo)
Hoje em dia a lei não permite que duas pessoas se casem sem hipótese de desfazerem o casamento. Não é possível, perante a lei, casar para sempre.
É capaz de ser complexo explicar como se chegou a este estado. Mas é bem mais fácil comprovar os efeitos que o divórcio tem tido na nossa sociedade. Nas nossas crianças, nos que cresceram desequilibrados, nas confusões mentais, na perda da segurança. Não é sem enorme prejuízo que se anula a família, a qual, por sua natureza, se fundamenta num laço inquebrável - a única coisa que permite a estabilidade indispensável à constituição de um lar e ao crescimento de novos seres. Um professor espera, mais cedo ou mais tarde, problemas num aluno cujos pais se divorciaram.
Vamos, ainda, supor que dois jovens se amavam. Ele pedia-a em casamento e ela, naturalmente, perguntava qual das duas espécies de casamento lhe propunha ele.
Poderia ser uma situação embaraçosa, não acham?
Que responderia o meu leitor à sua bem-amada, se fosse o jovem da minha suposição? Seria capaz de lhe propor o casamento descartável? Isso não seria uma manifestação de que o seu amor não era bem... amor?
Que resposta esperaria a minha leitora, se fosse a jovem em questão? Não teria estado a sonhar com um amor para toda a vida?, com um vestido de noiva cheio de sentido?Sucede que o amor do casamento é de tal forma que não admite meias-tintas: se existe é para sempre. Se aquilo que se entrega não é tudo, esse amor não tem a qualidade necessária para se tornar no fundamento de uma família. Não pode ser alicerce nem raiz. Não será fecundo. Dará frutos apodrecidos, como, infelizmente, temos verificado tantas vezes.
O amor não admite o cálculo. Não faz contas. O amor é louco.
"É uma loucura amar, a não ser que se ame com loucura", dizia o velho adágio latino. Mas hoje cometemos a loucura, e a tolice, de amar sem loucura... Fazemos as nossas contas e os nossos cálculos. Avançamos as peças do nosso xadrez, mas com o cuidado de prevermos uma escapatória, para o caso de ser preciso bater em retirada.Medo de que o casamento não corra bem?... O amor e o medo não podem andar juntos. Quem tem medo não entende nada de amor. Amar é, precisamente, não ter medo. É acreditar que se possui uma força imensa. Quem ama sabe que é também possuído e protegido pelo amor. E que, por isso, caminha noutra altura; voa por cima dos gelos, dos salpicos das ondas, das pedras aguçadas. Vai por cima de um mundo muito pequeno, nas asas um fogo, em mãos de fadas. Possui outra dimensão. Parece-lhe que quem não ama é um morto-vivo...
Somos capazes de um amor assim. Somos capazes de jogar a vida inteira no consentimento matrimonial. Somos capazes de incluir todo o nosso ser numa palavra que dizemos. E de tornar de aço essa palavra pelo tempo fora, através de todos as dificuldades.(Paulo Geraldo)
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
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